Inteligência de FilasQueue Intelligence
Quantas pessoas na fila, se ela está crescendo, e quanto tempo isso significa para quem chegou agora.
LIVE VISION
Toda câmera já faz isso.
DETECTION
Entender.
É aqui que a inteligência começa.
EVENT ENGINE
Agir.
Evento gerado. Decisão tomada. Em tempo real.
COMPUTER VISION · REAL-TIME
Câmeras que entendem o mundo.
Inteligência Artificial que transforma vídeo em eventos, dados e decisões. A câmera já está no seu prédio. Falta leitura.Sem trocar a sua infraestrutura.
MANIFESTO
Todo prédio, toda loja, toda portaria já tem câmera. O que existe hoje é gravação: horas de vídeo que ninguém assiste e que só servem depois que o problema aconteceu. Visão computacional inverte a ordem. A mesma imagem passa a ser lida quadro a quadro, e o que era memória vira evento no instante em que acontece.
A câmera vê. A inteligência entende. O seu negócio reage.
Arraste a linha virtual
01 / INTELIGÊNCIA DE PESSOAS
O sistema detecta cada pessoa, acompanha ela individualmente, identifica a direção do movimento e registra o cruzamento de uma linha virtual. Entrada, saída e ocupação deixam de ser estimativa.
Faturamento é fluxo vezes conversão vezes ticket médio. Sem contagem, você enxerga dois desses três.
Identificamos movimento.
Também sabemos identificar identidade.
02 / IDENTIDADE
Detecção do rosto, alinhamento, geração do embedding, comparação com a base cadastrada e autorização. O morador chega e a porta entende quem chegou, sem crachá, sem tag, sem fila no portão.
Reconhecimento facial aqui é controle de acesso com cadastro e consentimento. Não é vigilância aberta, e a página inteira foi desenhada para não parecer que é.
E fazemos o mesmo
com veículos.
03 / INTELIGÊNCIA DE VEÍCULOS
A câmera lê a placa antes do carro parar. OCR, validação e decisão acontecem no tempo que a cancela leva para subir.
Controle e tag são clonados, perdidos e passados de mão em mão. A placa é um identificador único e físico.
Suporte conceitual a placas brasileiras e ao padrão Mercosul.
PLATAFORMA
People Flow, Face ID e Plate AI são módulos da mesma engine de visão. O stream entra uma vez, e cada módulo lê o que precisa do mesmo quadro.
CAPACIDADES
Quantas pessoas na fila, se ela está crescendo, e quanto tempo isso significa para quem chegou agora.
Onde as pessoas circulam, onde param e onde nunca chegam. Comportamento espacial agregado, sem identificar ninguém.
Vaga livre, vaga ocupada, entrada, saída e tempo estacionado, lidos da imagem.
Um polígono desenhado no chão pela câmera. Alguém entrou, o evento nasce.
Capacete e colete verificados na imagem. Aplicação possível da plataforma, ainda não validada em produção.
Tempo médio de permanência por zona. Vitrine, corredor, atração, prateleira.
Carro, moto, caminhão, ônibus. Volume, direção e horário de pico.
Fluxo, fila, ocupação, permanência e prateleira, no mesmo stream.
DADOS
PIPELINE
O sensor que você já tem, no ponto onde ele já está.
O stream vira uma sequência de quadros para leitura.
Detecção, tracking e OCR rodando sobre cada quadro.
Pessoa, veículo, placa, rosto, zona. Com posição e identificador.
A detecção vira um fato com hora, local e contexto.
Abrir acesso, alertar, registrar, chamar uma API, atualizar o painel.
ONDE ISSO OPERA
PRIVACIDADE POR PROJETO
A LGPD trata biometria facial como dado pessoal sensível. Isso muda o que o sistema precisa fazer, e nós desenhamos para isso desde a arquitetura.
Não alegamos certificação nenhuma. O que está descrito aqui é escolha de arquitetura.
Menos dado saindo do prédio é menos superfície de risco.
Ninguém é obrigado a cadastrar o rosto. O projeto prevê outro caminho de identificação desde o começo.
O dado fica pelo tempo necessário à finalidade, e o padrão é guardar o evento, não o vídeo.
Quem vê o quê é decisão de projeto, não default.
AUTOMAÇÃO
Evento detectado, regra avaliada, ação executada. Liberar acesso, gerar alerta, registrar evento, acionar API, atualizar dashboard, enviar notificação.
CONDOMÍNIO
FLUXO
IDENTIDADE
PERGUNTAS DIRETAS
Na maioria dos casos, não. O que decide é posicionamento, resolução e iluminação do ponto, não a marca do equipamento. A avaliação do que já existe vem antes de qualquer proposta de troca.
Depende da câmera e da cena. É exatamente por isso que todo projeto começa com a avaliação do ponto, e não com uma promessa.
Retenção é definida por projeto. O padrão que defendemos é guardar o evento, não o vídeo.
Não. Fluxo, fila, heatmap e permanência trabalham com dado agregado e não identificam ninguém. Identidade só entra onde existe cadastro e consentimento, como no controle de acesso.
Depende do volume de câmeras e da latência aceitável. Processamento local, servidor dedicado ou nuvem são caminhos diferentes, e a decisão é técnica. Você vai saber o motivo antes de escolher.
Vamos transformar as câmeras que já existem no seu negócio em uma camada de inteligência operacional.
Falar sobre meu projeto Conhecer as soluções
Resposta pelo WhatsApp, direto com quem desenvolve.